quinta-feira, 4 de outubro de 2012

EM QUEM VOTAR PARA PREFEITO EM SÃO PAULO 2012.



Click buscou os quatro candidatos mais votados pela Datafolha e são eles José Serra, Celso Russomano, Chalita e Fernando Haddad. Se ainda há dúvidas em quem votar buscamos algumas propostas dos candidatos que poderão ajudar na escolha. Saibam quais as pretensões dos candidatos que estão concorrendo a Prefeito na cidade de São Paulo. Não se trata de campanha politica a nenhum candidato. A nossa missão é repassar as propostas resumidamente para esclarecimento a população. Que vença o melhor, pois a maior cidade do Brasil, precisa ser cuidada e quem ganha com isso é a população. Portanto nós eleitores devemos eleger, fiscalizar e cobrar do candidato eleito tudo o que esta propondo.





CANDIDATO JOSÉ SERRA 


Foto divulgação
                                                                   


Vamos fazer funcionar bem o que já está construído e em operação. Cuidar de ruas,  praças e calçadas. Pensar o novo. Fortalecer os bairros, o bairro vivo, o que aumenta a segurança, diminui as necessidades de grandes deslocamentos, aproxima a prefeitura das pessoas. Abertura para as demandas e informações dos próprios cidadãos, via um novo 156 , celulares, internet, totens, TV digital e telefone. Modernizar a máquina, eliminando  procedimentos desnecessários, simplificando os que permanecerem, aplicando a  tecnologia digital  mais avançada para atender, controlar e fiscalizar. Nada de se criar dificuldades para vender facilidades. Rigor absoluto e tolerância zero na fiscalização. Vamos acelerar a transformação da favelas em bairros e promover o adensamento de moradias e empregos em áreas mais próximas dos centros da cidade. É fazer a cidade mais compacta, levando pessoas e mais atividade econômica para áreas que hoje já tem infra estrutura, mas têm pouca população. Cidade compacta em vez de cidade espraiada, que aumenta as distâncias, sobre carrega os transportes, degrada o meio ambiente, aumenta a insegurança.
Temos dez grandes  projetos para essa remodelagem urbana. No Parque Dom Pedro, na Mooca-Ipiranga, na Lapa-Brás, no Rio Verde-Jacú, que envolve Itaquera, na Nova Luz, 
em Pirituba, com o grande centro de exposições, na Água Branca, na Água Espraiada, nos Campos Elíseos. Sem falar da retomada do Campo de Marte, que pertence ao município, depois da batalha jurídica que travamos. Vamos desenvolver em São Paulo sua vocação para cidade do conhecimento. Nos últimos anos mais do que duplicamos as FATECs e as ETECs da cidade – educação para o trabalho.  Duplicaremos de novo. Faremos dois  pólos tecnológicos e  dois pólos digitais. Dois outros mais:   de esportes e de comunicação e artes, com produção de cinema e TV, teatro e dança. Novas tecnologias ligadas a 
oportunidades  de emprego, na economia moderna de uma cidade mundial.Continuaremos no apoio ao metrô e à CPTM. O governo Alckmin já está tocando quatro linhas novas. No ano que vem serão sete.  
Vamos dar tudo para  melhorar o funcionamento dos ônibus: corredores, replanejamento dos terminais, reorganização das linhas. Investir mais ainda no trânsito, inclusive na educação, como está sendo feito pela prefeitura em relação aos pedestres.Fortaleceremos a segurança municipal inteligente, com muito ativismo, novas tecnologias,  cooperação total com o governo do Estado e apoio ao Consegs. Duplicaremos os contingentes da PM que hoje prestam serviço ao município via Operação Delegada. Na Saúde, investiremos o máximo no acesso aos serviços, mediante integração maior com a área estadual e a privada e a utilização da tecnologia digital, como as  centrais de exames.Na Educação, prosseguiremos com o círculo virtuoso que já foi criado, enfatizando ao máximo a qualificação dos professores. Outro círculo virtuoso está no meio ambiente saudável, onde enfatizaremos a educação ambiental,  reciclagem do lixo, energia mais limpa nos ônibus, mais parques e áreas verdes, menos córregos sujos, mais saneamento. Nossa aliança com os ambientalistas incorpora a dimensão da sustentabilidade na social democracia. Essas todas são propostas que serão debatidas ao longo da nossa campanha. Recolheremos idéias e opiniões pela internet,  em grupos de discussão, na visitas aos bairros e à entidades.A viabilidade delas depende essencialmente de uma grande parceria com o governo do Estado, que vem se fortalecendo desde que assumi a prefeitura em 2005 e vai continuar se aprofundando, se Deus quiser, nos próximos anos. Digo sempre e repito: São Paulo tem duas prefeituras:  a municipal e a estadual. O governador é um grande prefeito, pois cuida do saneamento, da segurança, dos trens, de metade da educação e outro tanto da Saúde e do meio ambiente da cidade. O que pode haver de melhor para a cidade do que o perfeito entrosamento da cidade com o Estado?

A parceria com o governo federal tem de ser ampliada. São Paulo tem esse direito. Em São Paulo, vejam vocês, a União arrecada por ano 143 bilhões de reais. Sabe quanto devolve? Menos de 2 bilhões! Temos, sim, e vamos  conseguir ampliar essa devolução, tarefa de um prefeito independente, com experiência, peso político, ousadia e conhecimento das coisas. Meus amigos, minhas amigas, ao ouvir  saudações e gritos de apoio, me passou uma vida inteira pela cabeça. Revejo  com clareza as lições vividas e aprendidas, e as muitas vitórias conquistadas. Benefícios que permanecem na mente, na vida e no dia a dia das pessoas.
O tempo não desgasta os que lutam, os que plantam sonhos no coração das pessoas. Muita coisa semeada, muitos frutos são colhidos. Experiência é virtude.Não venci todas as batalhas que travei, mas lutei em cada uma como se fosse a última. Com a energia e a esperança que sinto aqui hoje.


Sou candidato de alma e coração.

Não estou aqui para brincar de governar.
Não estou aqui para experimentar.
Não estou aqui para tentar fazer.
Estou aqui para levar São Paulo pra frente.
Para Avançar São Paulo.

Com a ajuda de vocês, serei prefeito para administrar com toda a

juventude, a energia e o amor do meu coração!

Até à vitória!!

Fonte Discurso na Convenção Municipal do PSDB/ SP, 24/06/2012.
José Serra.

Fonte www.joseserra.com.br


                                              CANDIDATO CELSO RUSSOMANO



Foto divulgação


É um desafio propor uma nova história para a cidade de São Paulo. Além de coragem é preciso ter capacidade de gestão. Mas não dá para imaginar um prefeito realizar algo tão importante se não estiver próximo das pessoas. E é pensando dessa maneira que eu apresento o meu Plano de Governo. Foram meses para diagnosticar esta cidade que é complexa e surpreendente. Mas para entender São Paulo é preciso conhecer também a sua gente. Por isso montei uma equipe técnica capaz de entender os problemas da cidade e também os anseios da nossa gente. E cuidar desta cidade e das pessoas é algo que eu quero fazer. Principalmente das pessoas que sempre esperaram pela Prefeitura e pouco tiveram em resposta. As dez áreas centrais do Plano de Governo mostram como é possível transformar São Paulo num espaço onde as pessoas podem viver de maneira digna, independente da sua condição social ou do bairro em que moram. Este plano estará em constante revisão para atender as necessidades da cidade que está sempre em evolução.Vamos fazer uma gestão moderna e eficiente, uma gestão preocupada com o bom atendimento na saúde, com o bom nível da educação, com um transporte que atenda com conforto a população. Mas, sobretudo uma gestão que incentive o desenvolvimento e a geração de emprego local, através de programas como o “Emprego na Periferia”. Uma gestão que ofereça oportunidade para a juventude progredir e conhecer o que o mundo oferece em conhecimento, cultura e esporte.É possível transformar São Paulo, e fazê- la melhor para todos. E é isso que eu quero fazer. É isso que me incentiva a querer ser Prefeito de São Paulo. Tenho certeza de que vamos fazer uma gestão inovadora, capaz de mudar a Prefeitura e seus serviços para melhor. Para alcançar essa eficiência é preciso atuar de forma integrada e com ações voltadas para o cidadão. Dotar a prefeitura do que há de mais moderno em tecnologia e eficiência em resultados para a população, como o “Programa Administração Inteligente”. Por isso entre as propostas aqui descritas, está a participação da população na administração da cidade, através de meios em que seja possível opinar, influir e valorizar seu papel cidadão. Tenho certeza de que o que estamos propondo vai fazer de São Paulo uma cidade melhor para todos nós, uma cidade preocupada com sua gente. 

Creio que todos nós podemos realizar juntos essa conquista. Por isso eu, Celso Russomanno, o meu partido, o PRB e os partidos da nossa coligação (PTB, PT do B, PTN, 
PHS, PRP), “Por uma Nova São Paulo”, contamos com cada um dos paulistanos que acreditam que é possível fazer melhor e mudar para melhor, porque o futuro de São Paulo é agora. Por isso vamos construir “Uma Nova História para São Paulo”.

Educação: A educação na cidade de São Paulo deve servir de modelo para todo o Brasil. Por isso, nossa proposta assegura investimentos pesados no setor.

Segurança: Segurança pública é dever do governo do estado, no entanto vamos fazer muito além das nossas forças. A Guarda Civil Metropolitana será reestruturada. 

Meio Ambiente e Ecologia: Uma administração pública preocupada com as pessoas deve se pautar por ações sustentáveis. O mundo dos nossos filhos amanhã será aquele que preservarmos hoje. 

Cultura, Esporte e Juventude: Jovem que pratica esporte não se envolve com o crime nem com drogas. Faremos o resgate das atividades esportivas e culturais ora abandonadas e seguiremos investindo mais.

Estratégia Municipal e Atitude Social: A maior cidade do Brasil precisa inovar e investir em tecnologia a serviço da inteligência administrativa. Gestão eficiente é gestão 100% informatizada e conectada.

Saúde: A saúde (ou falta dela) é o maior problema de São Paulo. Muitos investimentos em infra estrutura serão feitos, mas nossa prioridade será a saúde preventiva.

Transporte, Mobilidade Urbana e Acessibilidade: O transporte público de São Paulo precisa ser totalmente reformulado. Vamos oferecer serviço de qualidade.

Habitação: Todo cidadão merece dignidade. A principal realização das pessoas é poder ter onde morar e criar seus filhos. Vamos trabalhar para que esse sonho seja concretizado.

Desenvolvimento Econômico e Emprego: Cidade forte é cidade que gera emprego e aumenta oportunidades de renda para sua população. Investiremos recursos e esforços para reverter o quadro atual.

Respeito ao Cidadão: O serviço público deve ser tão eficiente quanto o privado. O respeito ao cidadão é o fundamento para uma cidade mais humana, justa e participativa.



Celso Russomanno – 


Fonte http://celsorussomanno.com.br/propostas/



                                                         CANDIDATO CHALITA


Foto divulgação


Propostas para a Educação Programa prevê creche para todas as crianças, ensino em período integral, envolvimento da comunidade e ênfase na valorização dos professores São Paulo tem mais de R$ 10 bilhões para investir em Educação por 
ano, mas não faz sua lição de casa direito. O resultado é o desempenho vergonhoso nos testes do Ideb, de verificação do aproveitamento escolar. Ruim em matemática, o governo atual deixou de investir ano passado R$ 700 milhões que estavam reservados ao ensino. O governo de Gabriel Chalita, que é professor e foi secretário da Educação do Estado de São Paulo, vai corrigir as deficiências do sistema municipal de ensino, começando pelo déficit de creches, passando pela gradual implantação das escolas de tempo integral e pelos cursos profissionalizantes e chegando aos idosos, que terão oficinas e cursos técnicos noturnos e nos fins de semana. Chalita sabe que sem bons professores não há Educação de qualidade. Por isso, vai criar a Casa do Professor, destinada a oferecer formação continuada aos docentes, que encontrarão nela orientação, treinamento e aperfeiçoamento.Creches, Escola de tempo integral, Valorização dos professores, Escola da Família.

Propostas para a Habitação incluem diminuição da burocracia para empreendedores 
na hora de construir Cidade mais rica do Brasil, São Paulo tem 3,4 milhões de pessoas vivendo em favelas, cortiços e áreas irregulares. E a falta de estrutura nos bairros afeta grande parte da cidade.É preciso dar a toda a população de São Paulo moradia digna – segura, bem construída e inserida num ambiente urbano funcional. O programa de Habitação de Gabriel Chalita prevê a construção de novas casas,urbanização de locais sem infra estrutura e melhorias nos bairros. Dinheiro para fazer isso existe, mas não é investido.Exemplo dos recursos não utilizados é o programa do PAC para construção de moradias para pessoas que habitam áreas de risco. São Paulo precisa construir 30 mil casas, ao custo de R$ 1,8 bilhão para dar segurança a 115 mil pessoas em locais de risco alto e muito alto.Há também a verba do programa federal Minha Casa, Minha Vida, para construção de casas populares. Ele funciona bem em todo o Brasil e já entregou mais de 170 mil unidades para famílias com renda de até 3 salários mínimos. Na cidade de São Paulo, a utilização do programa foi pífia, com apenas 605 unidades entregues.A Prefeitura precisa buscar mais recursos do programa - e ir além dele, com a proposição de projetos especiais, adequados à realidade metropolitana. São Paulo deve tentar a aprovação do financiamento a moradores organizados em associações, cooperativas e sindicatos. E há iniciativas que não dependem de dinheiro. É o caso da revisão do Plano Diretor e da criação de novo zoneamento para a cidade, ações que permitirão à Prefeitura estimular a construção de moradias para todas as faixas de renda.

Saúde com o equivalente a 10% do orçamento municipal para o setor neste ano, é possível superar déficit deixado pela gestão Serra-Kassab Até 2016, o sistema de Saúde terá uma estrutura capaz de atender a todos os paulistanos de forma integral. “A prioridade de um prefeito deve ser cuidar da sua cidade e de seus moradores”, afirma o deputado federal Gabriel Chalita, candidato do PMDB à Prefeitura de São Paulo.
“Em quatro anos, vamos superar o déficit provocado pelo descaso os últimos oito”, declara o peemedebista. “Cada região será atendida conforme as suas necessidades.”O programa de governo de Chalita estabelece a implantação definitiva do Sistema de Saúde Único (SUS) no município, com atenção para as mudanças na estrutura demográfica da população paulistana (aumento da expectativa de vida, o crescimento do percentual de idosos em ritmo superior ao da participação de crianças no total da população e aumento da proporção de mulheres). A melhoria da gestão e do atendimento (redução de filas, em 
especial) do setor exigirá necessariamente o investimento em informatização para criar o cadastro único dos pacientes e o sistema on line que torna resultados de exames e outras informações disponíveis a médicos e usuários. O Cartão do Paulistano conterá todos os dados de saúde de interesse do médico e do paciente. As Unidades de Saúde serão modernizadas, e seus sistemas de dados, integrados em rede. Para fortalecer a Atenção Básica de Saúde, serão construídas 57 novas Unidades Básicas de Saúde (UBS) em 32 distritos, onde os atuais serviços são precários, segundo critérios de distribuição da população e de renda. Nenhuma região da cidade ficará sem uma UBS. “Vamos zerar os zeros”, declara o candidato do PMDB.

O Programa de Saúde da Família, ao final dos quatro anos de governo de Chalita, terá 3.000 equipes (1 médico de família, 1 enfermeiro, 1 auxiliar de enfermagem, 6 agentes comunitários). Hoje, existem 1.200. A cobertura passará das atuais 3,6 milhões de pessoas para 9 milhões.Por meio de convênios com o governo federal, a Rede de Urgência e Emergência, com atendimento 24h nos 7 dias por semana, ganhará 39 UPAs (Unidades de Pronto Atendimento). Haverá, ao menos, uma UPA em cada uma das 31 Sub prefeituras. Cerca de 4,3 milhões a mais de paulistanos serão favorecidos com a medida. Hoje, a cidade dispõe de 16 Pronto Atendimentos.A Saúde da Mulher receberá um cuidado especial na administração de 
Gabriel Chalita. Por meio de convênio com o governo do Estado, será possível criar cinco Centros de Referência de Saúde da Mulher (CRSM).

SEGURANÇA

REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA E DOS HOMICÍDIOS DE JOVENS
Repressão ao tráfico de drogas e homicídios 
• Nos bairros e distritos com maior número de ocorrência 
• Parcerias com Gov. do Estado para Implantar Bases Móveis 
• Priorizar a implantação da Guarda de Bairro
• Prevenção
• Implantar a Nova Política de Esportes e Cultura para os jovens
• Praças para a prática de esportes ao ar livre (skate, parkour etc) e criação dos Núcleos de Esporte e Cultura – NECs
• Melhorar a infra-estrutura (iluminação, condição das vias)


SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA SEGURANÇA – SIS SEG  
• Montagem de sistema de informação nucleado nas sub prefeitura

REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA FAMILIAR CONTRA CRIANÇAS, JOVENS, MULHERES E 

IDOSOS
• Criação dos Núcleos de Acolhimento e Prevenção da Violência nas subprefeituras

REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS
• Programa será desenvolvido no âmbito do  Programa de Educação através do PAI (PSF da educação)
• As Escolas enviarão mensalmente informações sobre violência e situações de insegurança para alimentar o SisSeg entre outras propostas e informações através do link 

Fonte  http://www.chalita.com.br/images/propostass_seguraca_publica.pdf



                                               CANDIDATO FERNANDO HADDAD

Foto divulgação


UM TEMPO NOVO PARA SÃO PAULO os números e os mapas dos principais indicadores da cidade de São Paulo mostram uma realidade profundamente desigual e desequilibrada, constituída ao longo do próprio processo histórico de formação da cidade. Poucas autoridades estaduais e prefeitos pensaram e agiram na cidade a partir do uso do planejamento. Muitos dos planos elaborados perderam-se ao longo do tempo, amarelados nas gavetas da burocracia e da ineficiência. Mudar os rumos e os sentidos dessa história não é fácil, mas é a isto que se propõe a candidatura de Fernando Haddad à Prefeitura Municipal de São Paulo. Todos os mapas de educação, renda, idH, emprego, vulnerabilidade social e equipamentos e serviços de saúde mostram indicadores acima da média no Centro expandido da cidade, na média no entorno do Centro e abaixo da média quanto mais as regiões se afastam do Centro – em sentido leste, Sul e norte. as regiões Central, oeste e o início das Zonas Sul e leste concentram os empregos, os melhores hospitais, as melhores universidades, a renda, a infra estrutura urbana e as oportunidades. entretanto, não são as mais populosas. Quando os mapas dos indicadores são sobrepostos, é possível notar uma significativa área de coincidência entre as deficiências educacionais, de renda, de emprego, de saúde e de habitação nos 
lugares mais afastados do Centro. além disso, as regiões menos desenvolvidas também são aquelas em que a desigualdade gera mais violência. embora o Plano diretor estratégico, elaborado na gestão Marta Suplicy, já tivesse apontado esta realidade e indicado ações e instrumentos para enfrentá-la, a gestão Serra/Kassab.


ARCO DO FUTURO - 12 
Não implementou a política proposta, baseada no desenvolvimento regional, microrregional e local, para atender as necessidades específicas de cada região e diminuir as desigualdades entre elas os números demonstram que o modelo de desenvolvimento econômico e social de São Paulo continua concentrador e excludente. Se a cidade vem, de modo geral, acompanhando o crescimento econômico do país, a distribuição da riqueza e a situação sócio territorial da cidade não se modificaram. as regiões ricas ficam mais ricas e as regiões pobres continuam pobres. enquanto o Brasil avançou na redução da pobreza e das desigualdades, Serra e Kassab pouco fizeram em São Paulo para enfrentar este problema. São Paulo vive a síndrome de Belíndia, concentrando no mesmo território bolsões de riqueza e pobreza. Uma vez que os indicadores e desenvolvimento (PiB; PiB per capita; Índice de Gini e idH) geralmente são medidos para o município como um todo, o resultado acaba de certo modo mascarando a realidade. a Zona Sudoeste, por exemplo, que tem uma das melhores relações entre população/área habitada, concentra boa parte da renda e infra estrutura. Parte da população dos municípios da região metropolitana, muitos deles super populosos, também gravita por São Paulo – trabalham na cidade e utilizam seus serviços, tornando ainda mais complexa a tarefa de compreender os problemas e propor soluções para os mesmos. nos distritos, dos extremos norte, leste e Sul, o cidadão tem menos oportunidades: estuda menos; desloca-se muito para chegar ao trabalho; ocupa posições subalternas no trabalho e tem menos serviços públicos à disposição.
Saibam mais..em http://pensenovotv.com.br/files/Programa_de_Governo_Haddad.pdf .

Fonte http://pensenovotv.com.br


Por Jo Ribeiro




























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